terça-feira, 5 de abril de 2011

a Páscoa e a discórdia


Depois do carnaval vem a páscoa, de acordo com o calendário surtado de eventos comerciais... desde que Momo nos deixou, as lojas americanas foram invadidas por ovos e chocolates, lembrando a todos que tá na hora de gastar mais dinheiro e comemorar o feriadão, quando finalmente honraremos a memória do nosso herói Tiradentes... (oi?)


Meu último domingo foi de pura alegria... 11 crianças e suas mães.. um pai perdido (Bruno), um labrador louco... nós fizemos um lanche aqui em casa pra celebrar a páscoa da turma da escola do Bernardo, com direito a "ovo oculto"...


Não sei o que aconteceu com nossas crianças... seria a ansiedade pelo ovo? seria a crise dos 4 anos? seria histeria coletiva?


Eles gritava, eles corriam, eles misturavam batata palha, salsicha e sorvete...


As caixas de brinquedo do Bernardo estavam espalhadas, não havia mais nada dentro do armário, fizeram cabaninha com o colchão... e gritos, muitos gritos, que podiam ser ouvidos da minha portaria...


Inclusive o lado TOC do meu filho quase pirou: "mãe, eu não tô gostando, eles estão espalhando tudo"... e eu expliquei que era permitido fazer bagunça, e depois era só guardar tudo de novo...


No início as espadas jedis foram alvo de brigas, crises, e tiveram que ser recolhidas... tinha um tacape também, mas afinal que mãe dá um tacape com cara de caveira para um grupo insandecido de crianças? (eu não fui)


Digby, o cão, no início latia porque queria participar da bagunça, mas logo desistiu ao ver o quadro que ia se formando...


Teve briga, grito, soco, pontapé, e o grande pomo da discórdia foi um carrinho Hot Wheels roxo, brinde do MacDonald´s... soube por eles que era um Hot Wheels especial, que tinha um "sobrenome" em inglês que até agora não descobri qual era... "mãe do Bernardo, ele não quer me emprestar o carrinho Hot Wheels", era a grande queixa...


No dia seguinte eles mesmos contaram para a professora o caos que fizeram, pelo menos eles perceberam que ultrapassaram todos os limites da boa educação britânica que receberam...


Eu adorei, porque bagunça com nossas crianças é sempre uma delícia... mas confesso que estou preocupada com nossa ida a bienal em setembro... e confesso³ ter um pouquinho de inveja da tia Kelly, que consegue manter nossas ferinhas comportadas na sala de aula, prestando atenção na colagem de pauzinhos de picolé no papel... seria a água da escola batizada com florais?


Digby adorou, porque ganhou muito carinho até de quem tinha medo de cachorro... e Bruno... bem, Bruno disse que em setembro, justamente na época da bienal, vai ter um compromisso inadiável e não vai poder nos acompanhar.


Beijos,


Monstro do Boliche




sexta-feira, 1 de abril de 2011

Transformação da Xuxa


Essa semana rolou um bafafá em Hollywood porque a bailarina que dublou Natalie Portman nas cenas de luta jedi, digo, de balé clássico, falou para a imprensa que Natalie fez quase nada das cenas de dança de Cisne Negro.


Os diretores, produtores, se manifestaram, dizendo que tinham como provar que ela havia feita 85% das cenas de dança, que nas telas a dublê está apenas nas cenas em que aparecem os pés... (não lembro direito se é 85% mesmo, mas serve pra ilustrar um ponto de vista).


Não vi Cisne Negro, até porque vi algumas cenas que me deram pesadelos por conta dos olhos vermelhos loucos de bala de Natalie dançando. Não sei se no filme é genial, mas no trailer ficou maneiríssimo.


O fato é que a bailarina dublê de corpo acha que se todos soubessem que Natalie apenas dançou em 10% (mais estatística louca), poderia não ter ganho o Oscar, uma vez que muitos ficaram extremamente bem impressionados com as cenas de dança da atriz, que havia se dedicado muito aos treinos, que havia ido "além de limites" para aprender a dançar e brilhar muito nos palcos da Patolândia.


Aí eu pergunto: oi* (insira o ponto de interrogação)... tudo bem que a gente fica impressionado com a mudança física de um ator, seja emagrecendo muito (esse ano o Christian Bale, por exemplo), ou aprendendo uma coisa aleatória tipo tocar piano com os dentes. Mas não é só isso.


Não é porque arrancou um siso com um patins que Tom Hanks levou o Oscar em Náufrago, por exemplo. (Na verdade quem ganhou o Oscar naquele ano foi o Russel Crowe como Gladiador, mas finge, tá)...


Dustin Hoffman não ganhou um Oscar em 82 por Tootsie apenas porque se vestia de mulher, e sim porque era uma mulher muito, muito feia. (ok, quem ganhou o Oscar foi o Ben Kingley por Gandhi, que também era uma ótima transformação). Aliás quem curte o Laerte e sua nova moda deve ter lembrado do nariz do Dustin Hoffman embaixo da maquiagem.


Acho que a bailarina viajou. Natalie ganhou um Oscar merecido porque ela pariu Lea e Luke, e tenho dito. Mas que as pessoas valorizam essas transformações e reinvenções, isso é verdade. O fato é que estou pensando em fazer o papel de sei, lá, Pato Donald, pra ver se sou valorizada. Posso tomar remédios para crescer penas, pintá-las de branco, treinar durante meses a minha voz de pato do Fantástico.


Beijos,


Ariadna

Eu não te amo mais, Glee


O lance é o seguinte: desencanei... não te amo mais, chorameliga, Glee...


Outro dia assisti ao último episódio da primeira parte da segunda temporada, e eles estavam preparando a música para cantar no campeonato, e estavam compondo uma música.


Eu achava que seria tudo emocionante como na primeira temporada, e não foi... até aí tudo bem, até porque não iria aguentar outro corte de franja. Mas algo me decepcionou profundamente, algo afetou meu ser politicamente correto, e a ativista de direitos civis que há em mim venceu a nerd que quer ser estrela da Broadway.


Eles compuseram uma música chamada "Loser like me", porque eles são jovens nerds, excluídos, estranhos, renegados e sofrem bulliyng... tudo ia ótimo, eles iriam cantar sobre a volta por cima, sobre como a música fazia deles vencedores, ou algo do tipo, tudo bem clichê e poético, mas não foi o que aconteceu...


A música tá indo e do nada a letra vem com "você vai ver quando eu for seu chefe"... opa..


E depois segue, indo além do revanchismo barato e necessidade de pisar no outro: "te vejo quando você estiver lavando meu carro"... opa²


Essa frase ecoou na minha espinha!!


Ou seja, lavar carros faz de você um zero a esquerda... valeu, Glee, muito construtivo para uma série que vinha falando sobre preconceito racial, social, religioso e estratosférico.


Ótimo saber que seus heróis querem, além de tocar corações adolescentes com sua música, se transformar em chefes carrascos e sem ética.


Que bonito vocês ganharem um globo de ouro pra ir até o lava jato da esquina humilhar um funcionário.


Achei tão absurdo que nem me dei ao trabalho de descobrir quem foi o infeliz que escreveu isso, ou de saber se mais alguém se sentiu ofendido.


A primeira temporada foi muito boa. A segunda começou mais fraquinha e acabou sendo preconceituosa e com uma "mensagem" esquisita. Mas enfim, o que eu podia esperar de um seriado sobre a vida no ensino médio de uma escola americana, né... E em algum lugar John Hughes, o cara que leu nossa adolescência a partir de histórias de adolescentes americanos, está achando tudo muito esquisito.

A Semana do Presidente


Inauguro uma nova etapa desse humilde registro de minhas filosofadas...


Com vocês: A SEMANA DO PRESIDENTE!!!! (tã-rã-rã-dãn-dãn-pãn-pãn)


Pra quem não é quase idoso como eu, esse era um quadro do SBT quando ainda se chamava TVS, e mostrava o dia-a-dia de João Figueiredo. A partir de agora vou me forçar a largar a preguiça e postar toda semana aquilo que de mais interessante me aconteceu, ou relatar alguma coisa bem legal que eu tenha visto, conhecido ou experimentado.



- Participei de uma luta com outras mães loucas do pré II para comprar ingressos para o Disney on Ice (saímos vitoriosas)


_ Vi uma pororoca humana diante de engradados de coca-cola em promoção no Guanabara, e sobrevivi


- Ajudei Bernardo a desenhar o i maiúsculo e minúsculo


- Fiquei feliz com o nascimento de João Pedro, mais um flamenguista na área


- Vi amigos queridos voltando de viagem felizes


- Estou preparando um lanche para a turma da escola do Bernardo aqui em casa (4 kilos de salsicha, tá bom ou é exagero *insira aqui um ponto de interrogação porque eu não acho no meu nightbrooke)


- Assisti a Bolsonaro falar besteira e torci para que nosso país seja menos estúpido, preconceituoso e racista


- Marquei e remarquei minha agenda, percebendo que o tempo não pára e não dá trégua pra quem bobeia


- Com um pouco de choro descobri que não posso controlar o mundo


- Assisti a uma reunião sobre vacinação e lembrei de como eu adoro ver gente inteligente e interessante falando


- Reverenciei José de Alencar e a vida que ele teve


- Vi o novo anúncio da Coca-cola, e gostei


- Revi amigos numa feijoada


- Vi o Escher sem fila


- Assisti Nárnia 3 com Bernardo falando o tempo todo: "cadê o Pedro, cadê a Suzana" e "o que vai acontecer agora", melhor que prova de resistência de reality show


Uma boa nova semana para todo mundo!!!!!!!!!!!

sábado, 26 de março de 2011

Ferris Bueller goes "Escher"


Bom dia amigo culto, fino e antenado com a arte mundial, quiçá extraterrestre... Hoje fui ao último sábado da exposição "O Mundo de Escher" no CCBB. Muito legal.


Meu cachorro me acordou às seis da manhã,então resolvi levantar, chamar Bernardo e batalhar um up na minha vida cultural. Cheguei na porta da exposição às oito e meia, já havia uma filinha na porta. Depois de um pacote de biscoito waffer, entramos numa boa.


Claro que é genial, mesmo que você nunca tenha ouvido falar em Escher mas quis assistir porque foi o grande programa do carnaval depois de ficar engarrafado atrás de algum bloco na chuva.


Logo que cheguei, as pessoas em fila olhavam os quadros expostos, passavam com uma cara totalmente Ferris Bueller no museu... muito bom... alguns faziam umas expressões hilárias denotando inteligência e refinamento.


Bernardo ficou chocado com o gato histérico. Sério, achei que ele fosse chorar, porque ia de uma janela pra outra, irritado porque não conseguia pegar o gato no pulo. A projeção na parede não fez muito sucesso, ele perguntou se ia engolir ele... eu falei: "sei lá filho, na Holanda tudo pode acontecer".......


O fato é que Escher era louco e gênio, e sinceramente, queria muito curtir uma onda com ele... tudo bem que o mais próximo de "uma onda" que eu tive hoje foi ter metade da minha boca anestesiada no dentista e depois comer um lanche no MacDonald´s, mas e daí... tudo vale nessa experiência louca, tá ligado?


Bernardo passava pelos quadros sem muita animação... eu tentei instigar: "olha ali, quantas cabeças tem naquele quadro?"... "muitas, mamãe."... ele só se animou quando viu escadarias de Hogwarts. E quis ver 2 vezes o filme em 3D, o que me fez lamentar não ter levado um dramin. Ele gostou dos vídeos e dos quadros que "faziam o peixe nadar"... que sinceramente também me deixaram levemente mareada.


Quando descemos, parecia liquidação do lápis vermelho. Muita gente. E lá fora a fila era de assustar. Aí lanchamos, e entramos na fila para tirar a foto famosa, na caixa quadrada, e qual foi minha surpresa quando Bernardo se negou a pagar tal mico. Fiquei revoltada! "Meu filho você não vai deixar mamãe tirar essa foto e colocar no Facebook, mandar pros amigos, mostrar ao mundo minha interação com a arte?"... não adiantou eu pedir muito...


Sentindo que já tinha visto muita coisa rodando numa só manhã, partimos para o dentista. O que eu gostei mais? A caveirinha "nos óio"... Bernardo só fala no gato...


Beijos,


M.C. Escher, bonde do holandês sem freio.
PS: perceba que nesse post a foto está deslocada, mas se você se afastar um pouco e inclinar levemente a cabeça para o lado esquerdo inclinando o corpo sobre os próprios calcanhares pode cair de cara no chão.

quarta-feira, 16 de março de 2011

Oscar atrasado


Algumas considerações sobre a cerimônia do Oscar 2011 (antes tarde do que nunca):


- Kirk Douglas esbanjou senilidade na hora de apresentar um prêmio, não parava de falar.


- Javier com seu charme latino esbanjou edema, colocou a hepatopatia nos holofotes e precisa comprar uns cremes da Avon com a Reese Whiterspoon e correr pra drenagem linfática.


- Eu queria muito achar o James Franco bonito pra gritar "arranca meu braço com um canivete cego".


- A Anna Hathaway apresentou a festa com diversos vestidos: um feito de centro de mesa de renda filé nordestina, um de papel de presente da Roberto Simões (aê, Marcinha).


- O Cristian Bale agradeceu ao merecido Oscar de Melhor Ator Coadjuvante fantasiado de Nando Reis com barbona de leprechau.


- Vários desconhecidos apresentaram prêmios: campanha "Chama Eu, seu Oscar".


- A atriz que ganhou melhor coadjuvante trabalhou a vida inteira pra ser reconhecida e subir no palco e agradecer à Academia e tudo mais, passou toda a vida ensaiando esse momento divino de brilho na frente do espelho e manda um "FUCK" na cara da galera.


- Foi tudo super GLS, teve beijo lésbico de ganhadores, lésbicas mães, cisnes lésbicos, agradecimento a namorados por um ganhador, (Woody e Buzz que sempre despertam boatos), enfim, acho ótimo Hollywood deixar de ser careta à força.


- Eu não vi "Inception" e não entendi.


- Eu vi "127 Horas" e achei genial.


- Eu vi "O Discurso do Rei" e achei emocionante.


- e daí, eu não voto.


- A boca do James Franco me pergunta "Why so serious?" a todo momento.


- Cate Blanchett estava com uma roupa de plástico bolha e ela me assusta.


- Uma pessoa ganhou um prêmio irrelevante e subiu no palco com luva de renda preta igual Madonna em início de carreira.


- O Rubens Edwald Filho tem 250 anos a frente dessa festa linda.


- Ele fala "O Brasil nunCAGAnhou nada" todo ano. (valeu, Marcinha)


- A Mandy Moore é linda mas desafinou cantando (ninguém é perfeito).


- Tiraram a Celine Dion de dentro do Titanic afundado pra ela cantar na cerimônia.


- Quando o Billy Cristal surge quase no fim como a grande atração da noite, você sabe que o Oscar tá decadente.


- Colin Firth fez 50 anos, não tem quem diga.


- Natalie Portman tava linda grávida de Leia e Luke, usando um brinco de puxador de cortina.


- Entraram umas crianças no final e tudo terminou como um Criança Esperança onde os famosos são mais chiques.


Beijos,


Tradutora Tosca do TNT.


Tereco Teco Ziriguidum


Hoje uma fã (rs,rs) disse que sentia saudade do blog... e aí tomei um susto ao perceber que em fevereiro não escrevi nada e que março já tá quase acabando (ok, exagerei de leve...)...


Essa mesma amiga me levou a Sapucaí pela primeira vez, quando esse ano desfilei pela Vila Isabel... nosso mecenas descolou uma fantasia na ala da comunidade, e adorei a idéia de defender a coroa em meu pavilhão e mostrar na avenida um pouquinho de Brasil, iá-iá.


Lógico que minha alegria durou pouco (até a primeira TPM). As amigas que desfilariam comigo são totalmente Fio Maravilha - elas são loucas por futebol e carnaval, e minha alegria fugaz desapareceu na primeira enxaqueca.


Mas tentei fazer meu melhor, fui a ensaios técnicos na Vinte e Oito de Setembro, berço de Noel e tudo o mais. Às quartas à noite... com aquele calor de fritar cérebro... ou SEJE, meu lado boêmio não apareceu, e eu tomava esporro da harmonia porque não estava dando meu sangue pela escola.


Peguei minha fantasia na véspera do desfile, e fiquei encantada porque era linda mesmo. Quando vesti, me achei a própria Maria Antonieta, e depois de 5 minutos percebi que não poderia sentar com aquela saia com estrutura de ferro, e me liguei que a peruca que pegaríamos no dia seguinte deveria pesar pacas e minha animação foi realmente desaparecendo...


Bruno pegou a fantasia no dia do desfile, e aí eu vi que o projeto de saia de baiana que eu usaria era brincadeira de criança diante da calça com babado que ele ia usar, porque era tão apertada que precisou da ajuda da minha irmã e do meu cunhado pra ele conseguir vestir... e depois que a calça entrou descobrimos que ela não iria sair, e portanto ele não podia fazer xixi, pois estava entalado...


Tudo ficava cada vez mais carnavalesco. Chegamos à Sapucaí ás nove da noite para nos maquiarmos. Uma maquiagem de nobre frânces, que só iria entrar na avenida às três da manhã, ou SEJE, cada vez mais e mais desafios à minha animação momesca.


Depois de besuntarmos a cara com uma gororoba branca, ganharmos purpurina dentro do olho e uma boquinha de coração, fomos pegar as perucas... minha reação foi sair gritando surtada: "Cê jura, Martinho da Vila??"... era a peruca da foto acima... e recebemos um pedacinho de barbante para amarrarmos a dita cuja na cabeça.


Lá fomos nós pra concentração. Pensa numa pessoa animada... essa não era eu... (desculpa comunidade).


Claro que na hora em que você vê a avenida e ouve o samba, tudo se enche de luz e cor como num sonho. Não que eu estivesse vendo alguma coisa com a peruca gigante. Sério, só conseguia sambar com os olhos, e minha expressão facial tentava denotar felicidade por debaixo da maquiagem grudenta.


Acaba o desfile, e meus amigos animados resolvem esperar a bateria... tive vontade de gritar: "Cê, jura, Noel Rosa??"... como disse, eles têm uma paixão enorme pela coisa. Chovia, e você pode pensar que foi um momento de puro lirismo... não...


Por isso, enquanto voltava pra casa e tirava a maquiagem, me desmontando da personagem, ouvia na minha cabeça "A Marcha da Quarta-Feira de Cinzas" e pedia desculpas a meu amado Vinicius pela minha falta de amor e poesia.


Mas foi tudo muito legal. Quem nunca foi, vá. Afinal a gente tem que sempre experimentar coisas novas e engraçadas, principalmente com amigos divertidos.


Ah, sim, eu pude gastar muita da piada pronta, pois a Mangueira entrou logo depois.


Beijos,


Jorge Perlingeiro.